Costa Júnior, um dos fundadores do jornal, apresenta um exemplar d'O Ponta Negra, publicação que deu origem ao Zona Sul.
Do O Ponta Negra ao Zona Sul
A história do O Zona Sul começou em 1991, quando os jornalistas Costa Junior e Edson Benigno fundaram o jornal, inicialmente com o nome de "O Ponta Negra". Era uma publicação com apenas oito páginas, no tamanho de uma folha de papel ofício e impressa em preto e branco.
Com uma tiragem inicial de 2 mil exemplares, o jornal tinha como principal objetivo levar informação aos moradores do conjunto Ponta Negra e de Alagamar. O jornal divulgava as reivindicações dos moradores, procurando levá-las ao conhecimento dos órgãos públicos e cobrar providências para os problemas da comunidade. Também tinha o intuito de divulgar o comércio local, através dos anúncios publicitários.
A transformação dos anos 2000
No início dos anos 2000, uma parceria com o então vereador de Natal, Jorge Araújo, contribuiu para ampliar a circulação do jornal e iniciar uma nova etapa da publicação. O jornal ganhou um novo nome, passando a se chamar O Zona Sul, e também passou por importantes transformações gráficas e editoriais.
A publicação começou a ter 12 páginas, adotou o formato tabloide e ganhou impressão colorida. A tiragem também aumentou para 5 mil exemplares. Era uma nova fase, acompanhando o crescimento da Zona Sul e ampliando o espaço destinado à informação, à cultura e aos personagens que faziam parte da vida da cidade.
Durante esse período, o jornal contou com a colaboração de jornalistas como, Gustavo Porpino, Paulo Augusto e o colunista Adalberto Rodrigues, entre outros nomes que ajudaram a construir a identidade da publicação.

Costa Júnior consulta uma edição de setembro de 2006, já na fase colorida e em formato tabloideDo O Ponta Negra ao Zona Sul
A história do O Zona Sul começou em 1991, quando os jornalistas Costa Junior e Edson Benigno fundaram o jornal, inicialmente com o nome de "O Ponta Negra". Era uma publicação com apenas oito páginas, no tamanho de uma folha de papel ofício e impressa em preto e branco.
Com uma tiragem inicial de 2 mil exemplares, o jornal tinha como principal objetivo levar informação aos moradores do conjunto Ponta Negra e de Alagamar. O jornal divulgava as reivindicações dos moradores, procurando levá-las ao conhecimento dos órgãos públicos e cobrar providências para os problemas da comunidade. Também tinha o intuito de divulgar o comércio local, através dos anúncios publicitários.
A transformação dos anos 2000
No início dos anos 2000, uma parceria com o então vereador de Natal, Jorge Araújo, contribuiu para ampliar a circulação do jornal e iniciar uma nova etapa da publicação. O jornal ganhou um novo nome, passando a se chamar O Zona Sul, e também passou por importantes transformações gráficas e editoriais.
A publicação começou a ter 12 páginas, adotou o formato tabloide e ganhou impressão colorida. A tiragem também aumentou para 5 mil exemplares. Era uma nova fase, acompanhando o crescimento da Zona Sul e ampliando o espaço destinado à informação, à cultura e aos personagens que faziam parte da vida da cidade.
Durante esse período, o jornal contou com a colaboração de jornalistas como, Gustavo Porpino, Paulo Augusto e o colunista Adalberto Rodrigues, entre outros nomes que ajudaram a construir a identidade da publicação.

As entrevistas
Em 2003, houve mais uma mudança importante em sua linha editorial. O jornal passou a dedicar duas páginas às entrevistas realizadas pelo jornalista Roberto Homem. A primeira delas foi com a cantora Terezinha de Jesus.
A partir daí, as entrevistas se transformaram em uma das marcas do jornal. Ao longo de sua história, O Zona Sul registrou mais de 100 conversas com personalidades importantes da cultura potiguar. Foram mais de 20 anos que o Zona Sul contribuiu para o crescimento daquela área nobre. O jornal encerrou suas atividades em 2015.
Um acervo que permanece
O blog Zona Sul Natal permanece no ar como arquivo das entrevistas e reportagens publicadas ao longo dessa trajetória. Para facilitar a consulta e preservar os endereços originais, o SuperPauta organizou um índice com 111 entrevistas realizadas por Roberto Homem entre 2003 e 2013. Assim, a história do jornal continua acessível a pesquisadores, leitores e a todos os interessados na cultura e na memória do Rio Grande do Norte.
Costa Júnior com a edição de outubro de 2012, que trouxe na capa uma chamada para a entrevista com Escurinho
CONHEÇA O ACERVO DE ENTREVISTAS DO ZONA SUL
Novas entrevistas, Encontros Impossíveis e outros projetos de Roberto Homem estão no SuperPauta

