segunda-feira, 29 de dezembro de 2003

Entrevista: BABAL

O ARQUITETO DA MÚSICA POTIGUAR




No início da década de 1990 fui trabalhar na assessoria de imprensa da Fundação José Augusto. Foi lá que conheci Babal. Ele coordenava o núcleo de música da Fundação. Quando as atividades profissionais davam uma folga, sacava sua viola e tocava para nós, seus colegas de trabalho e fãs. Arrisquei até escrever algumas letras para o amigo. Elas viraram belas canções. Em outubro, Babal lançou seu segundo CD: Escritos. É sobre esse novo disco, a carreira, a música potiguar, o Flor de Cactus, e, enfim, sobre a vida que iremos tratar nessa entrevista que começa agora. (Roberto Homem)




sábado, 29 de novembro de 2003

Entrevista: Clodo Ferreira

No dia 16 de julho de 2024, aos 72 anos, Clodo Ferreira descansou em Brasília. O compositor extraordinário, cantor de timbre inconfundível e poeta de mão cheia que compartilhou sua história na entrevista abaixo nos deixou, mas sua obra monumental e comovente permanece entre nós. Muito antes de nos conhecermos pessoalmente, eu já era um fã ardoroso de suas canções, lá nos anos 80 e 90, em Natal. Quando vim morar em Brasília, a vida me deu o privilégio de não apenas me aproximar do ídolo, mas de transformá-lo em um amigo querido. Moramos perto durante uma época, tínhamos afinidades de sobra, frequentávamos a casa um do outro e compartilhávamos conversas regadas a música e cumplicidade. Autor de clássicos que moldaram a alma da MPB — em parcerias memoráveis e no histórico trio com os irmãos Climério e Clésio —, Clodo era uma usina de sensibilidade e gentileza. Sua partida abre um vazio imenso e uma saudade doída, mas suas melodias e versos continuam a iluminar a todos nós. Faz muita falta...

REVELAÇÃO NA PONTA DO LÁPIS



O cantor, compositor, professor e publicitário Clodo Ferreira ocupa um espaço importante na música
 brasileira desde meados da década de 1970. Tanto integrando o lendário trio Clodo, Climério e Clésio quanto em carreira solo, ele é responsável pela autoria de várias canções que estão gravadas na memória de sucessivas gerações, como Cebola Cortada (Petrúcio Maia e Clodo), Corda de Aço (Fagner e Clodo), Ave Coração (Clodo e Zeca Bahia), Revelação (Clodo e Clésio Ferreira) e Ponta do Lápis (Rodger Rogério e Clodo). Apesar de tanto tempo na estrada, Clodo nunca esteve em Natal. Ele chega agora pela primeira vez nas páginas do Zona Sul. A nossa torcida é que, em breve, ele também possa estar fisicamente para mostrar seu trabalho aos potiguares e conhecer o que o Rio Grande do Norte tem de melhor (Roberto Homem)

sábado, 25 de outubro de 2003

Entrevista: Terezinha de Jesus

O SOTAQUE DE TEREZINHA DE JESUS




Encontrei Terezinha de Jesus por acaso na Bienal do Livro de Natal. Ela estava com seu companheiro Falves Silva, que imediatamente se responsabilizou pelas apresentações. Depois dei uma carona a ela e a Falves até o Conjunto Ponta Negra. Eu estava participando da Bienal e deixava o Centro de Convenções acompanhado pelo meu amigo Costa Júnior (um dos sócios do jornal Zona Sul, o outro é Édson Benigno). No percurso surgiu a ideia: tentar resgatar um pouco da história de Terezinha, que é uma das mais importantes intérpretes nascidas no Rio Grande do Norte. A conversa se deu no dia seguinte, no estande do Senado, na Bienal. O resultado pode ser conferido a partir de agora. (robertohomem@gmail.com)

quarta-feira, 1 de outubro de 2003

Jornal Zona Sul

Esse blog foi criado para reunir as entrevistas feitas pelo jornalista Roberto Homem para o jornal Zona Sul, de Natal, a partir de outubro de 2003. Fiquem à vontade para comentar, criticar, sugerir...