
Ele é poeta. É artista plástico. Foi apelidado de Peralta nos incendiários tempos em que transformava em uma usina de performances os palcos onde a banda Cabeças Errantes se apresentava. Lançou livro. Expôs arte em tela e em camiseta. Sobretudo, nosso entrevistado do mês, se expôs. Nunca se furtou de mostrar a que veio. Inovador, construiu trilhas diferentes do tradicional. Pedro Pereira da Silva nasceu em Passa e Fica, em 1963. Mas ficou por lá apenas seis anos. Natal foi a cidade onde realmente ele passou e ficou. Aqui, construiu sua história e tornou-se reconhecido como ícone de diversas artes. Entrevistar Pedro Pereira, mesmo que via Internet (por meio do Skype), foi um prazer e uma honra. Melhor ainda porque tive ao lado, caprichando nas indagações, o amigo jornalista Roberto Fontes. Diante de dois Robertos, Pedro Pereira não fugiu de nenhuma pergunta. O que ele não lembrava – algumas passagens do período no qual esteve em coma, devido a um acidente vascular cerebral – sua esposa e companheira Alda Pereira gentilmente ofereceu as respostas. O resultado você confere a seguir. As fotos foram cedidas pelo próprio entrevistado, através do seu Facebook. (robertohomem@gmail.com)





