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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Entrevista: Manassés Campos

No dia 27 de fevereiro de 2023, aos 61 anos, Manassés Campos nos deixou precocemente, em Natal. O músico, compositor, jornalista e amigo querido que compartilhou sua história na entrevista abaixo partiu jovem demais, abrindo um vazio imenso no coração da cultura potiguar. Dono de uma sensibilidade refinada para a poesia e as melodias, Manassés marcou a música do Rio Grande do Norte com seu talento nato para compor, cantar e articular parcerias que enriqueceram a nossa cena artística. Mais do que o profissional competente da comunicação e o artista inspirado, era uma pessoa de generosidade ímpar, afetuoso no convívio e apaixonado pelas artes. Ter registrado sua trajetória nesta conversa foi um privilégio e uma justa homenagem a essa amizade que guardo com tanto carinho. A partida prematura de um amigo tão querido deixa uma saudade doída, mas suas canções e sua lembrança luminosa permanecem conosco.

A MÚSICA POTIGUAR NO VARAL DE MANASSÉS


Manassés da Silva Campos nasceu em Natal, no dia 31 de janeiro de 1962. No último sábado de junho, ele foi sabatinado, em Brasília, por uma equipe de primeira que me acompanhou nessa entrevista para o “Zona Sul”. O repórter Roque de Sá (http://agenciatempo.com.br/) cuidou não apenas da cobertura fotográfica, mas também encaixou perguntas que facilitaram a montagem do mosaico da vida de Manassés Campos. O violonista e empresário da gastronomia, Ricardo Menezes (que está de casa nova, o Ancoradouro Sushi & Grill), utilizou sua amizade de décadas com o entrevistado para preencher as lacunas da história que eu e Roque tentávamos destrinchar. E Manassés não mediu palavras para contar seu lado mais conhecido de jornalista, poeta, compositor, músico e servidor público, como também revelou a formação evangélica, a curta passagem pelo Exército e o sonho não realizado de ser um pesquisador de teoria estética da literatura. (robertohomem@gmail.com)


segunda-feira, 29 de abril de 2013

Entrevista: Leide Câmara


A LEIDE DA MÚSICA POTIGUAR

Maria Leide Câmara de Oliveira nasceu em Patu, mas o trabalho que ela desenvolve pela preservação da história da música potiguar transcende as fronteiras municipais. Durante mais de meia década, Leide reuniu material para lançar, em 2001, o “Dicionário da Música do Rio Grande do Norte”, com cerca de 600 verbetes. A obra oferece ao leitor um raio-X do que os artistas potiguares produziram até então. Antes disso ela já havia organizado projetos importantes para a cidade de Natal como o Festival de Artes de 1988 e o Zé Menininho. Esse último resgatou expoentes da cultura de vários bairros da cidade. Depois do Dicionário, ela prosseguiu na sua luta em favor da música papa-jerimum organizando eventos e exposições e escrevendo obras importantes como a que mapeou todas as produções do bossa-novista potiguar Hianto de Almeida. Com currículo suficiente para descansar e recolher os frutos de tudo o que já semeou, Leide quer mais. Ao mesmo tempo em que organiza o lançamento de um livro sobre as ligações de Luiz Gonzaga com o Rio Grande do Norte e projeta a comemoração dos 90 anos de “Praieira”, ela prepara a segunda versão do seu Dicionário e corre atrás de concretizar o sonho de inaugurar o “Instituto Leide Câmara - Acervo da Música Potiguar”. Nós, do Zona Sul, estamos fechados com ela! Essa entrevista, lá no Bar de Zé Reeira, foi concedida a mim, ao jornalista Roberto Fontes e ao “deputado” Marcos Lacerda.  (robertohomem@gmail.com)

quarta-feira, 27 de março de 2013

Entrevista: Tertuliano Aires



 AS CABRITAGENS DO BARDO DA BOCA SUJA

Quando fui entrevistar Tertuliano Aires, muito já tinha ouvido falar a respeito de Cabrito. Mas pouco conhecia das suas músicas - que muitos classificam como pornográficas. É bom destacar que Tertuliano não concorda com essa classificação: prefere chamar suas composições de “pornofônicas”. Bem acompanhado por Roberto Fontes, Ronaldo Siqueira e Costa Júnior - trio já iniciado no universo “cabritiano” – a entrevista ocorreu em frente à Lanchonete Zé Reeira, no centro de Natal. A conversa nem precisou ser movida a álcool para se tornar apimentada. Até porque, Tertuliano não bebe. E nem precisa. Em suas respostas, ele alternou momentos de Tertuliano e de Cabrito. Na edição do texto a seguir, optamos por passar um pente fino e extirpar do texto os palavrões, digamos assim, mais “cabeludos”. Mesmo com essa precaução, é bom deixar o alerta de que a porção Cabrito de Tertuliano - que conheceremos a seguir - não é recomendável para menores. (robertohomem@gmail.com)


sábado, 26 de janeiro de 2013

Entrevista: Castilho Sávio


 O filho do homem que tocava trumpete


Castilho Sávio de Carvalho Silva nasceu em Natal, no bairro de Petrópolis, no tempo em que a cidade e a vida eram outras. Eu, Aderson Neto, Franklin Mario, João Paulo Madruga e Valéria ouvimos Castilho contar a sua história no último sábado de 2012. A conversa se deu no Bar de Zé Reeira, no centro da capital potiguar. Como não poderia deixar de ser, música foi o principal assunto, sobretudo a banda que fez história no pop-rock do Rio Grande do Norte: Inácio Toca Trumpete. Tudo foi regado a bastante cerveja e carneiro cozido. (robertohomem@gmail.com)


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Entrevista: Nicolas Gomes


FOTÓGRAFO DO ROCK E GUITARRISTA DAS IMAGENS


Por trás da faceta de roqueiro e de um homem acostumado a coberturas jornalísticas e de eventos musicais, a imagem que Nicolas Gomes deixa transparecer é a de um cara discreto, tímido, econômico nas palavras e bom caráter. A rebeldia – que caracteriza o rock and roll – pode ser percebida nas tatuagens espalhadas pelo corpo, mas não no comportamento. Bem educado, o que ele demonstra mesmo sem reservas é o amor pelos filhos Lucas e Alice. Recebi Nicolas em minha casa para que ele contasse ao leitor do Zona Sul a sua história. Foi uma noite divertida regada a risadas, vinho e cerveja. Ele falou sobre rock, fotografia, Vasco da Gama e, sobretudo, contou sua vida. Vamos conferir um resumo da conversa. (robertohomem@gmail.com)

sábado, 17 de dezembro de 2011

Entrevista: Pedro Pereira

A ARTE, AS IDEIAS E AS PERALTICES DE PEDRO PEREIRA

Ele é poeta. É artista plástico. Foi apelidado de Peralta nos incendiários tempos em que transformava em uma usina de performances os palcos onde a banda Cabeças Errantes se apresentava. Lançou livro. Expôs arte em tela e em camiseta. Sobretudo, nosso entrevistado do mês, se expôs. Nunca se furtou de mostrar a que veio. Inovador, construiu trilhas diferentes do tradicional. Pedro Pereira da Silva nasceu em Passa e Fica, em 1963. Mas ficou por lá apenas seis anos. Natal foi a cidade onde realmente ele passou e ficou. Aqui, construiu sua história e tornou-se reconhecido como ícone de diversas artes. Entrevistar Pedro Pereira, mesmo que via Internet (por meio do Skype), foi um prazer e uma honra. Melhor ainda porque tive ao lado, caprichando nas indagações, o amigo jornalista Roberto Fontes. Diante de dois Robertos, Pedro Pereira não fugiu de nenhuma pergunta. O que ele não lembrava – algumas passagens do período no qual esteve em coma, devido a um acidente vascular cerebral – sua esposa e companheira Alda Pereira gentilmente ofereceu as respostas. O resultado você confere a seguir. As fotos foram cedidas pelo próprio entrevistado, através do seu Facebook. (robertohomem@gmail.com)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Entrevista: Marcos Brandão

O HEDONISTA QUE NUNCA DEIXOU DE SER PROFISSIONAL

Lembro de Marcos Brandão desde a época do I Festival de Música da Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte, realizado, em Natal, no início dos anos 1980. A canção defendida por ele e um grupo de músicos de Ceará-Mirim estava entre as favoritas para ganhar o primeiro prêmio do evento. Devo tê-lo assistido dezenas de meses também no bar da ASFARN (Associação dos Servidores Públicos Fazendários do RN), na Ponta do Morcego. Mas, infelizmente, nunca tinha sido apresentado a ele. A oportunidade surgiu agora, graças ao meu irmão e patrocinador de boas causas, Ronaldo Siqueira. Com ele e os jornalistas Roberto Fontes, Márcia Pinheiro, Fabiana Bagdonas e Costa Júnior, entrevistei Marcos Brandão no Restaurante Veleiros. O vinho, como sempre, estava na temperatura ideal. A comida servida pela equipe do Veleiros, comandada por Ricardo Menezes, foi o aperitivo ideal para a saborosa conversa. Marcos Brandão contou toda a sua trajetória: um cara que não se acovarda quando é o momento de pegar no pesado, mas que também não abre mão de experimentar todos os prazeres possíveis. (robertohomem@gmail.com) 

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Entrevista: Antonio Ronaldo

O MILITANTE DA MÚSICA E DA POESIA POTIGUAR

Direto do Fórum da Zona Sul de Natal, estavam lá Ronaldo Siqueira, Joacy Diniz e Carlos Antônio. Do ramo jornalístico, eu, Roberto Fontes e Costa Júnior. Representando a música potiguar, Geraldinho Carvalho e Ricardo Menezes, o dono do Veleiros, local onde se travou a conversa. Todos reunidos para esmiuçar a vida do poeta e compositor Antonio Ronaldo, que levou o amigo José Gilson para participar do blablablá. As canções de Antonio Ronaldo representam importante capítulo da boa música potiguar brasileira. Seus poemas dão consistência e ajudam a justificar a fama que Natal tem de cidade de poetas. Durante mais de uma hora Antonio Ronaldo respondeu sem rodeios aos questionamentos do time escalado para arguí-lo. Um resumo do diálogo travado você confere a seguir aqui no jornal ou no site http://zonasulnatal.blogspot.com/ (robertohomem@gmail.com)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Entrevista: Lene Macedo

A VIDA E A ARTE DE LENE MACEDO


Shirlene Alves de Macedo é o nome de batismo da cantora natalense Lene Macedo. A entrevistada desse mês do Zona Sul foi sabatinada por mim, pelos jornalistas Costa Júnior e Roberto Fontes, pelo músico Ricardo Menezes e pelo advogado e meu irmão, Ronaldo Siqueira. A conversa foi travada no local que se transformou em sede informal do jornal, o Restaurante Veleiros, em Ponta Negra. Lene não mediu palavras ao contar detalhes de sua trajetória artística e pessoal. Para comemorar dez anos de carreira na música potiguar, ela está lançando seu primeiro CD. O lançamento do disco coincide com a publicação dessa entrevista. Vale a pena ler o que Lene Macedo tem para contar. Vale a pena ouvir o que Lene Macedo tem para cantar... (robertohomem@gmail.com) 

sábado, 24 de abril de 2010

Entrevista: Ricardo Menezes

DO ROCK E DA GUITARRA

AO CAMARÃO COM SOM DE VIOLÃO

José Ricardo de Castro Menezes nasceu em Natal, no ano de 1963. Viveu a infância no bairro de Lagoa Seca. Na época em que estudou na então Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte, fincou raízes na música e no esporte. Como jogador de basquete, entrou para a história da modalidade ao integrar importantes times que representaram o estado em competições nacionais. Na música, empunhou guitarra nas bandas “Cabeças Errantes” e “Cantocalismo”. Trocou o rock pesado pelo choro. A guitarra pelo violão. Ricardo é proprietário do Restaurante Veleiros, palco de muitas das conversas que viraram entrevista nas páginas do jornal Zona Sul (http://zonasulnatal.blogspot.com/) . Como não poderia deixar de ser, essa entrevista também foi gravada lá. Contou com a participação dos jornalistas Costa Júnior e Roberto Fontes, do advogado e meu irmão Ronaldo Siqueira e do amigo policial legislativo Carlos Cézar Soares. (robertohomem@gmail.com)

sexta-feira, 26 de março de 2010

Entrevista: Pedro Mendes

AS ESQUINAS DE PEDRO, PEDRINHO E PEDRÃO

O combinado era entrevistar Romildo Soares. Marcamos no Restaurante Veleiros, que é o palco oficial das entrevistas do Zona Sul em Natal. Estávamos lá: eu, os jornalistas Costa Júnior e Roberto Fontes (autor das fotos), o advogado e meu irmão Ronaldo Siqueira, e o amigo policial legislativo Carlos Cézar Soares. E foram chegando alguns dos principais nomes do cenário musical potiguar: Geraldinho Carvalho, Carlinhos Moreno, Nélson Rebouças e Ricardo Menezes, além de Romildo Soares e Pedrinho Mendes. Foi então que Romildo sugeriu que, ao invés dele, o entrevistado do mês fosse Pedro Mendes. Proposta aceita sem problemas. Qual o jornalista que não sonha em entrevistar o compositor do hino não-oficial de Natal? Quem não quer compartilhar as histórias do cantor que se tornou ícone nos tempos das batucadas do Moenda e do Boteco? Isso sem falar na sua faceta de atleta, o Pedrão campeão dos saltos. Para quem desde sempre escuta as canções desse craque da música, foi um prazer. (robertohomem@gmail.com)

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Entrevista: Geraldo Carvalho

A POESIA NA MÚSICA POTIGUAR BRASILEIRA

Como o personagem deste mês é um dos principais compositores da atual música potiguar, o time para entrevistá-lo teria que estar a altura da empreitada. Por isso, foi escalada uma
verdadeira seleção: além de mim, participaram da conversa os jornalistas Costa Júnior, Márcia Pinheiro e Nélson Oliveira, os fotógrafos Waldemir Rodrigues e Roque de Sá e o advogado Ronaldo Siqueira. Eu, Nélson, Roque e Waldemir confrontarmos o entrevistado aqui em Brasília. Geraldinho Carvalho passou uma temporada na capital federal lançando seu último CD e fazendo shows em diversos espaços da cidade. De Natal, acompanhando e participando da transmissão através do site www.myspace.com/robertohomem , Ronaldo, Márcia e Costa Júnior. Depois de mais de uma hora de conversa, o artista brindou a todos nós com um minishow. Infelizmente, o leitor do Zona Sul não poderá escutar as músicas. Mas o melhor da conversa está transcrito logo abaixo e também no http://www.zonasulnatal.blogspot.com/ , o endereço do jornal na rede mundial. (robertohomem@gmail.com)

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Entrevista: Zeca Brasil

AS BODAS DE PRATA DE ZECA BRASIL EM NATAL

Essa entrevista foi uma sugestão do artista potiguar Dudé Viana, a quem ficam aqui o agradecimento não apenas pela dica, mas, sobretudo pela amizade. Eu já possuía na minha coleção o primeiro disco de Zeca Brasil, Identidade. Mas não o conhecia pessoalmente. Eu e os jornalistas Costa Júnior e Roberto Fontes conversamos com Zeca no restaurante Veleiros, na estrada de Ponta Negra. Ele contou toda sua trajetória, desde a época em que teve que fugir de casa para deixar de ser surrado pela irmã, até a chegada em Natal. Há 25 anos morando na cidade, Zeca construiu uma importante carreira artística e é um legítimo representante da música popular potiguar. Com vocês... ZECA BRASIL!!! (robertohomem@gmail.com) 

sábado, 4 de julho de 2009

Entrevista: Papel Gomes

OS 30 ANOS DE MÚSICA DE PAPEL GOMES

No final dos anos 1980, o amigo Stênio Dantas me presenteou com um chaveiro de acrílico contendo uma foto de Papel Gomes, que na época fazia grande sucesso em Natal com o seu forró recheado de irreverência. Eu e Stênio éramos estudantes de Comunicação Social na UFRN. Desde aquela época, eu já encarava sem preconceito personalidades que não eram muito bem vistas no meio universitário, como o próprio Papel e o apresentador de televisão Silvio Santos. Muitos anos depois, eis que surge a oportunidade de entrevistar o grande Papel Gomes. Do apartamento em Natal do jornalista Roberto Fontes, Papel falou para o Zona Sul. Ao lado dele, o próprio Roberto Fontes, o jornalista Costa Júnior e o advogado e meu irmão Ronaldo Siqueira. De sua casa em Pirangi, acompanhando ao vivo pelo site www.myspace.com/robertohomem, Sérgio Almeida participou ativamente da entrevista com diversas perguntas. De minha casa em Brasília, completei o time. Tudo isso via internet, através dos programas de comunicação Skype e Gtalk. O resultado da conversa você confere a seguir. (robertohomem@gmail.com) 

sábado, 31 de janeiro de 2009

Entrevista: Luiz Henrique

ELE AINDA NÃO DESISTIU DO ESTRELATO



Eu não conhecia Luizinho. Foi meu irmão, Ronaldo Siqueira, quem fez as devidas apresentações, quando passou alguns dias aqui comigo em Brasília. Passamos a tarde conversando, ouvindo música e molhando a garganta, já que ninguém é de ferro. Foi quando o ex-guitarrista de UsKaravelho abriu os compartimentos da memória para contar um pouco de sua vida. Desde os tempos do Alecrim, contemporâneo do “famoso” Brinquedo do Cão, até a mudança para a capital do país. Beatlemaníaco, apesar de andar um pouco afastado da música ele sabe que o vírus da arte não o abandonou ainda. Quem sabe essa entrevista não o inspire a trilhar novos caminhos nesse sentido? (Roberto Homem) 

domingo, 15 de junho de 2008

ENTREVISTA: HERALDO PALMEIRA

PERCORRENDO AS ALAMEDAS DA VIDA DE HERALDO



O menino Heraldo estreou nessa vida lá em Acari, em 1960. Estendeu suas raízes por Natal e lá solidificou os alicerces que permitiram sua transformação em cidadão do mundo. Ele é jornalista, cantor, compositor e produtor musical. Heraldo Araújo Palmeira hoje tem residência não tão fixa assim em Brasília. Quando não está percorrendo o Brasil, divide apartamento com o também jornalista potiguar Jenner Marinho, um seridoense de Currais Novos, como eu. Quem já ouviu o elepê (hoje já existe em CD) Esquina do Continente, de Pedrinho Mendes, certamente vai lembrar agora que Pedrinho divide os vocais de Linda Baby (para mim a sua principal música) com alguém: Heraldo Palmeira.


É dele também a produção do CD Meu Tempo, de Glorinha Oliveira, que aos 74 anos, em 1999, finalmente lançou um trabalho à altura do seu talento. Mas vamos ao que interessa: aos principais momentos da conversa que eu, Jenner e os internautas visitantes do www.myspace.com/robertohomem travamos com Heraldo Palmeira em uma sexta-feira de maio. Jenner, principal responsável para a entrevista se realizar, foi o comandante da sala de bate papo. (Roberto Homem) 

domingo, 14 de outubro de 2007

Entrevista: JOÃO SALINAS

AS AVENTURAS DE JOÃO SALINAS



O jornalista Carlos Roberto Pereira e sua esposa Joelma foram os anfitriões. O advogado Ronaldo Siqueira, meu irmão, o compositor Wlad Carvalho e Tico da Costa, artista irmão do entrevistado, me ajudaram com as perguntas. Óbvio que Carlos Roberto também contribuiu para dissecar a vida da vítima do mês: o músico, compositor, cantor e, acima de tudo, americano, João Salinas. A conversa fluiu enquanto o churrasco funcionava como parede para doses de cachaça, whisky e cerveja. O leitor do Zona Sul acompanha o resultado da conversa a partir de agora. Pena que a tecnologia ainda não inventou um jornal com áudio, para que não apenas as palavras, mas também as gargalhadas, pudessem ser ouvidas durante a leitura... (Roberto Homem) 

sábado, 22 de setembro de 2007

ENTREVISTA: MEIRINHOS DO FORRÓ

OS OFICIAIS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA



Francisco Carlos Freire é o pai biológico de Cláudio Freire, Clauberto Freire e de Ana Cláudia Freire e também pai adotivo de Anderson Bezerra da Silva. Esta turminha integra os Meirinhos do Forró, que já traz no currículo dois CDs gravados e cinco idas a Portugal, com uma série de apresentações no Porto e em Lisboa. Mas, para chegar ao patamar no qual estão, não foi fácil. Os versos iniciais feitos por Luiz Gonzaga para a canção Pau-de-Arara dão uma idéia do que eles enfrentaram. “Quando eu vim do sertão, seu moço / Do meu Bodocó / Meu malote era um saco / E o cadeado era o nó / Só trazia coragem e a cara / Viajando num pau-de-arara / Eu penei, mas aqui cheguei”. O Zona Sul entrevistou todos eles, em um começo de noite de julho, no Churrasquinho do Pedrão. Como a tropa dos Meirinhos era grande, a do Zona Sul não poderia fazer feio. E não fez. Muito pelo contrário. Além de mim, estiveram presentes no bate-papo os jornalistas Costa Júnior, Paulo Wagner e Carlos Roberto Pereira e os músicos Tico da Costa, Mirabô Dantas e Dudé Viana. O resultado você confere a partir de agora. (Roberto Homem)

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Entrevista: BETO AVILLIS

O PÉ-DE-LÃ DO OPALA COM CHIFRES



Quem diria que o carioca e roqueiro Alberto Silva dos Santos - que aos 11 ou 12 anos tinha uma banda de rock de garagem - alcançaria o sucesso incluindo o forró e assemelhados ao seu repertório, e encarnando o personagem do até então esquecido pé-de-lã? Pois é, o homem que pisa macio e que entra e sai sem ser notado da casa do marido traído transformou-se no passaporte para Alberto Silva - que hoje é conhecido como Beto Avillis - despertar a curiosidade e conquistar o público de Natal e do restante do estado. Pelo menos por enquanto, o Rio Grande do Norte é sua fronteira. Mas Beto tem planos para conseguir entrar de mansinho também na mídia nacional. Como um autêntico pé-de-lã ele passou o ano de 2006 trabalhando para isso. É bom não duvidar que em 2007 ele vai conseguir, pois tem talento e, como bom sedutor, está louco para desfrutar da sua mais nova presa feminina: a fama. (Roberto Homem)

terça-feira, 19 de setembro de 2006

Entrevista: REINALDO AZEVEDO

O KEITH RICHARDS PAPA-JERIMUM



“Meu nome completo é Reinaldo Azevedo. Os jipeiros me chamam de Lobão. Nasci ora em Natal, ora em São Paulo do Potengi. Ora no dia 21 de novembro, ora no dia 23 de novembro de 1950. Sou sagitariano...” Foi dessa forma que, em uma noite de julho, começou o bate-papo que eu e Costa Júnior mantivemos com o artista Reinaldo Azevedo, da Banda Anos 60. Ao final, outro integrante da Banda, Mário Henrique, juntou-se a nós. Direto, bem-humorado e firme nas suas posições, Reinaldo não se esquivou de nenhuma pergunta. Ao contrário: fez questão de soltar o verbo contra o descaso com o qual o músico potiguar é tratado pelos produtores. Vamos aos melhores momentos da conversa. (Roberto Homem)