quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Entrevista: FLORIAN MADRUGA

O DISCÍPULO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Florian Augusto Coutinho Madruga nasceu na Maternidade Januário Cicco, em Natal, no dia de
São Francisco de Assis: 4 de outubro. Ele viveu a Natal de outros tempos, quando Ponta Negra era praia de veraneio e sequer sonhava em ser palco para turismo sexual e também em ser invadida pelos empresários e turistas estrangeiros. Morando em Brasília há décadas, Florian, hoje, preside o Instituto Legislativo Brasileiro e desempenha a missão de tentar aperfeiçoar os legislativos do país através da educação dos seus servidores. Paralelo a essa missão, ele é católico fervoroso, discípulo de São Francisco de Assis. De expressão séria e sisuda, Florian carrega dentro de si um espírito brincalhão e divertido que oferece sem economizar aos amigos. Ele é irmão, entre outros, de Woden, Liszt e Carlyle Madruga, este último já entrevistado pelo Zona Sul. A conversa com Florian foi realizada em seu gabinete, num início de noite, em fevereiro. (Roberto Homem).

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Entrevista: BETO AVILLIS

O PÉ-DE-LÃ DO OPALA COM CHIFRES



Quem diria que o carioca e roqueiro Alberto Silva dos Santos - que aos 11 ou 12 anos tinha uma banda de rock de garagem - alcançaria o sucesso incluindo o forró e assemelhados ao seu repertório, e encarnando o personagem do até então esquecido pé-de-lã? Pois é, o homem que pisa macio e que entra e sai sem ser notado da casa do marido traído transformou-se no passaporte para Alberto Silva - que hoje é conhecido como Beto Avillis - despertar a curiosidade e conquistar o público de Natal e do restante do estado. Pelo menos por enquanto, o Rio Grande do Norte é sua fronteira. Mas Beto tem planos para conseguir entrar de mansinho também na mídia nacional. Como um autêntico pé-de-lã ele passou o ano de 2006 trabalhando para isso. É bom não duvidar que em 2007 ele vai conseguir, pois tem talento e, como bom sedutor, está louco para desfrutar da sua mais nova presa feminina: a fama. (Roberto Homem)

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Entrevista: ELVIRA ZANELLA

ELVIRA QUER PERDOAR SEUS PECADOS





Ela diz que é a Redentora Suprema da Criação, o Senhor, o Criador, o Cabeça e o Primeiro. Também se considera a Mãe do Céu e afirma que, como Nossa Senhora da Igreja Católica, seu reino é sempre. Quando a conheci, ela se apresentou como bastante procuradora da Organização das Nações Unidas. Acima de tudo, Elvira Mariza Zanella tem muito para contar. Seria ela uma Embaixatriz gaúcha? Confira e se surpreenda com os melhores momentos do bate papo travado em uma tarde morna, sob as árvores da Praça da Alfândega, no Centro de Porto Alegre. (Roberto Homem)


segunda-feira, 23 de outubro de 2006

Entrevista: O DUENDE

O DUENDE DE CADA UM DE NÓS

Demorei mais tempo para decidir se publicava ou não essa entrevista do que para prepará-la. Há alguns meses, no primeiro semestre desse ano, o Zona Sul trouxe em suas páginas a inusitada história de Wadão do Jegue do Dente de Ouro. Na abertura da transcrição do bate-papo, coloquei em dúvida algumas das histórias contadas pelo baiano. Mas também revelei que era verdadeiro o que eu pude investigar. Agora é diferente. O entrevistado do mês é uma pessoa que não existe. Aliás, é alguém que existe em mim, e em várias outras pessoas. Cada um de nós acumula histórias que valem a pena ser contadas. Portanto, o que você vai ler a partir de agora é, e também não é, fruto de ficção. São casos que vivi, testemunhei ou ouvi contar. Todos encarnados na figura de um ser encantado que não existe. Quem sabe, um duende criado para protagonizar essa entrevista? (Roberto Homem)

terça-feira, 19 de setembro de 2006

Entrevista: REINALDO AZEVEDO

O KEITH RICHARDS PAPA-JERIMUM



“Meu nome completo é Reinaldo Azevedo. Os jipeiros me chamam de Lobão. Nasci ora em Natal, ora em São Paulo do Potengi. Ora no dia 21 de novembro, ora no dia 23 de novembro de 1950. Sou sagitariano...” Foi dessa forma que, em uma noite de julho, começou o bate-papo que eu e Costa Júnior mantivemos com o artista Reinaldo Azevedo, da Banda Anos 60. Ao final, outro integrante da Banda, Mário Henrique, juntou-se a nós. Direto, bem-humorado e firme nas suas posições, Reinaldo não se esquivou de nenhuma pergunta. Ao contrário: fez questão de soltar o verbo contra o descaso com o qual o músico potiguar é tratado pelos produtores. Vamos aos melhores momentos da conversa. (Roberto Homem)