Quando fui entrevistar Tertuliano Aires, muito já tinha
ouvido falar a respeito de Cabrito. Mas pouco conhecia das suas músicas - que muitos
classificam como pornográficas. É bom destacar que Tertuliano não concorda com
essa classificação: prefere chamar suas composições de “pornofônicas”. Bem
acompanhado por Roberto Fontes, Ronaldo Siqueira e Costa Júnior - trio já
iniciado no universo “cabritiano” – a entrevista ocorreu em frente à Lanchonete
Zé Reeira, no centro de Natal. A conversa nem precisou ser movida a álcool para
se tornar apimentada. Até porque, Tertuliano não bebe. E nem precisa. Em suas
respostas, ele alternou momentos de Tertuliano e de Cabrito. Na edição do texto
a seguir, optamos por passar um pente fino e extirpar do texto os palavrões,
digamos assim, mais “cabeludos”. Mesmo com essa precaução, é bom deixar o
alerta de que a porção Cabrito de Tertuliano - que conheceremos a seguir - não
é recomendável para menores. (robertohomem@gmail.com)
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quarta-feira, 27 de março de 2013
Entrevista: Tertuliano Aires
Quando fui entrevistar Tertuliano Aires, muito já tinha
ouvido falar a respeito de Cabrito. Mas pouco conhecia das suas músicas - que muitos
classificam como pornográficas. É bom destacar que Tertuliano não concorda com
essa classificação: prefere chamar suas composições de “pornofônicas”. Bem
acompanhado por Roberto Fontes, Ronaldo Siqueira e Costa Júnior - trio já
iniciado no universo “cabritiano” – a entrevista ocorreu em frente à Lanchonete
Zé Reeira, no centro de Natal. A conversa nem precisou ser movida a álcool para
se tornar apimentada. Até porque, Tertuliano não bebe. E nem precisa. Em suas
respostas, ele alternou momentos de Tertuliano e de Cabrito. Na edição do texto
a seguir, optamos por passar um pente fino e extirpar do texto os palavrões,
digamos assim, mais “cabeludos”. Mesmo com essa precaução, é bom deixar o
alerta de que a porção Cabrito de Tertuliano - que conheceremos a seguir - não
é recomendável para menores. (robertohomem@gmail.com)sábado, 26 de janeiro de 2013
Entrevista: Castilho Sávio
O filho do homem que tocava trumpete

sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Entrevista: Nicolas Gomes
FOTÓGRAFO DO ROCK E GUITARRISTA DAS IMAGENS
Por trás da faceta de roqueiro e de um homem acostumado a
coberturas jornalísticas e de eventos musicais, a imagem que Nicolas Gomes
deixa transparecer é a de um cara discreto, tímido, econômico nas palavras e
bom caráter. A rebeldia – que caracteriza o rock and roll – pode ser percebida
nas tatuagens espalhadas pelo corpo, mas não no comportamento. Bem educado, o
que ele demonstra mesmo sem reservas é o amor pelos filhos Lucas e Alice.
Recebi Nicolas em minha casa para que ele contasse ao leitor do Zona Sul a sua história. Foi uma noite
divertida regada a risadas, vinho e cerveja. Ele falou sobre rock, fotografia,
Vasco da Gama e, sobretudo, contou sua vida. Vamos conferir um resumo da
conversa. (robertohomem@gmail.com)segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Entrevista: Abimael Silva
A LITERATURA POTIGUAR É VERMELHA
Apesar de reunir todas as cores, é inegável que, hoje, a literatura do Rio Grande do
Norte carrega um tom encarnado. Antes que julguem o contrário, é bom que se diga que não estamos falando de política. O rubro que permeia a cultura potiguar vem de Abimael Silva. Mais precisamente, da sua editora: a Sebo Vermelho Edições. Ex-bancário e ex-vendedor de loja de discos, o sebista e editor é antes de tudo um entusiasta das coisas que dizem respeito ao solo papa-jerimum. A entrevista a seguir foi realizada em parceria com o jornalista, amigo e meu xará Roberto Fontes. Do seu apartamento, Roberto e Abimael conversaram comigo, que estava na minha casa, em Brasília. Via Skype as ideias no ciberespaço e o resultado você pode conferir agora. O texto também está disponível no site http://www.zonasulnatal.blogspot.com
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
Entrevista: FLORIAN MADRUGA
O DISCÍPULO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS
São Francisco de Assis: 4 de outubro. Ele viveu a Natal de outros tempos, quando Ponta Negra era praia de veraneio e sequer sonhava em ser palco para turismo sexual e também em ser invadida pelos empresários e turistas estrangeiros. Morando em Brasília há décadas, Florian, hoje, preside o Instituto Legislativo Brasileiro e desempenha a missão de tentar aperfeiçoar os legislativos do país através da educação dos seus servidores. Paralelo a essa missão, ele é católico fervoroso, discípulo de São Francisco de Assis. De expressão séria e sisuda, Florian carrega dentro de si um espírito brincalhão e divertido que oferece sem economizar aos amigos. Ele é irmão, entre outros, de Woden, Liszt e Carlyle Madruga, este último já entrevistado pelo Zona Sul. A conversa com Florian foi realizada em seu gabinete, num início de noite, em fevereiro. (Roberto Homem).
quinta-feira, 16 de março de 2006
Entrevista: CARLYLE MADRUGA
UMA EVOCAÇÃO DE SAUDADE À NATAL
Carlyle Coutinho Madruga nasceu em uma Natal de outros tempos, na rua das Laranjeiras, no dia 14 de outubro de 1946. Filho de José Coutinho Madruga e Nívea de Andrade Madruga, ele mora há quase 40 anos em Brasília. É funcionário da Gráfica do Senado. Como membro do Conselho Editorial da instituição, foi uma das pessoas que emitiu parecer favorável para que o Senado lance um livro inédito de Câmara Cascudo: A Casa de Cunhaú. A entrevista com Carlyle, iniciada no final do ano passado, em Porto Alegre, e concluída em meados de março, em São Paulo, é uma verdadeira declaração de amor à cidade na qual ele nasceu e teve que abandonar de forma curiosa. Confira os detalhes a seguir. (Roberto Homem)
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