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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Entrevista: Jonas Escurinho



O CINQUENTÃO ESCURINHO É 100 NO ZONA SUL!

O ano de 2012 tem sido especial para Jonas Epifânio dos Santos Neto. Além de completar seu quinquagésimo aniversário e de conquistar duas das principais premiações em um festival de música na terra onde nasceu – Serra Talhada – Jonas, o Escurinho, voltou a se apresentar na capital do país com a sua banda Labacé e iniciou um novo projeto que tende a render bons frutos: a ciranda de maluco. Para completar, esse paraibano nascido em Pernambuco foi o escolhido pelo Zona Sul para ser o centésimo entrevistado do jornal desde outubro de 2003. E ele se fez presente, junto com a Labacé (Alex Madureira, Igor Aires e Flávio Boy) e a sua esposa Ester Rolim. Para contrabalançar, também participaram da “festa” meus amigos Glauco Porto, sua companheira Maíra Pereira, a carioca papa-jerimum Inês Augusta e o repórter fotográfico Roque de Sá, que mostrou talento usando apenas um telefone celular Galaxy SIII, da Samsung (robertohomem@gmail.com).

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Entrevista: Professor Tadeu

O PROFESSOR QUE AMA AS PALAVRAS E OS LIVROS

O professor Francisco Tadeu da Silva nasceu em Campina Grande. Nesses tempos em que a leitura, a formação cultural, a arte de pensar e o exercício da inteligência parecem estar fora de moda, ele é um oásis nesse espectro de ignorância. Para quem aprecia uma conversa com conteúdo, dialogar com o professor Tadeu é como experimentar um manjar preparado pela deusa de mais alto escalão na culinária. Bibliófilo, ele é mordaz nos seus comentários e crítico do que considera menor. Conheci o professor Tadeu em João Pessoa, no final do ano passado. Na primeira ocasião em que nos encontramos, ele esgrimiu tantos conhecimentos e comentários interessantes que tornou-se impossível não agendar essa entrevista. Conversamos em uma segunda-feira pela manhã, em um bar próximo à praia de Tambaú. Não foi fácil encontrar um bar aberto por volta das dez da manhã na capital paraibana. Cidade tão linda e vocacionada para o turismo, JP tem muito a melhorar nos seus serviços. Também não foi fácil localizar novamente o professor. Mas nem essa “seca” que dominou metade da conversa (só começamos a beber meia hora depois do início do bate-papo) comprometeu o resultado. Vale a pena ouvir o que o professor Tadeu tem pra contar. Antes de lhe passar a palavra, gostaria de fazer um agradecimento especial à Josélia Nacre, funcionária da Universidade Estadual da Paraíba. Exemplo de servidora pública, foi ela quem me colocou em contato novamente com o professor para que eu pudesse tirar algumas dúvidas sobre a entrevista que você lê a seguir. (robertohomem@gmail.com)

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

ENTREVISTA: JOSÉ DUMONT

O HOMEM QUE NÃO VIROU SUCO



Em O homem que virou suco, José Dumont interpreta o poeta popular Deraldo, recém-chegado do Nordeste a São Paulo. Sobrevivendo de seus folhetos, ele é confundido com empregado de multinacional, também vivido por Dumont, que mata o patrão na solenidade em que foi premiado como operário-símbolo. Caçado pela polícia, Deraldo experimenta sina tão comum aos nordestinos que tentam a sorte na cidade grande: trabalhar na construção civil ou fazendo serviços domésticos e sofrer todo tipo de humilhação e violência. “É a história de todo nordestino: o cara que chega em São Paulo, trabalha, luta e acaba passando fome, virando suco de laranja”, explica Deraldo, no filme. 

quinta-feira, 15 de junho de 2006

Entrevista: Alex Madureira

O PARAÍBA ALEX MADUREIRA

Alex Madureira Barros costuma dizer que tem um nome paraíba e que, por ter nascido na capital João Pessoa, é capitalista. Músico, compositor e historiador nas horas vagas, ele nasceu lá pelos idos de 1954. “Sou um cara velho pra caramba”, diz ele, quando brinca com a idade. Essa velhice poderia até ser verdade, se certidões de nascimento merecessem crédito. Mas quem conhecer o paraíba Alex Madureira geralmente o considerará um meninão, metido naqueles bermudões abaixo do joelho e trajando boné com a aba virada para trás. O próprio palavreado, cheio de gírias, é de um garotão que tem pressa, muita pressa para viver. Confira agora o que ele contou ao Zona Sul, em entrevista realizada em meados de maio, em João Pessoa. (robertohomem@gmail.com)