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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Entrevista: Max Fonseca

TEMPERO GAÚCHO EM SOLO POTIGUAR

 Segundo o próprio entrevistado, ele nunca tinha falado durante tanto tempo na vida. Foram necessárias quase 3 horas para o jornalista, empresário e “chef” Max Fonseca resumir a sua trajetória, iniciada no Rio Grande do Sul. Vivendo há muitos anos em terras potiguares, Max, atualmente - depois de ocupar funções e cargos importantes como a Secretaria de Comunicação Social do Governo do Estado, a editoria de Política do Diário de Natal e o comando do jornalismo das TVs Ponta Negra e Potengi, entre outras tarefas – toca o seu restaurante Galo do Alto, lá no Alto de Ponta Negra.  Eu e o jornalista, parceiro e amigo Roberto Fontes sabatinamos Max Fonseca em uma mesa do seu restaurante, saboreando pratos criados por Carlos Eduardo Varela Raulino, o Tuca, na época em que ele e Max eram sócios no restaurante Forvm Local. De comum acordo, essa entrevista é uma homenagem a Tuca, um gênio da gastronomia potiguar que morreu praticamente anônimo. Sorte dos poucos que puderam desfrutar do seu talento como criador de pratos e fomentador de amizades. (robertohomem@gmail.com)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Entrevista: Abimael Silva

A LITERATURA POTIGUAR É VERMELHA

Apesar de reunir todas as cores, é inegável que, hoje, a literatura do Rio Grande do

Norte carrega um tom encarnado. Antes que julguem o contrário, é bom que se diga que não estamos falando de política. O rubro que permeia a cultura potiguar vem de Abimael Silva. Mais precisamente, da sua editora: a Sebo Vermelho Edições. Ex-bancário e ex-vendedor de loja de discos, o sebista e editor é antes de tudo um entusiasta das coisas que dizem respeito ao solo papa-jerimum. A entrevista a seguir foi realizada em parceria com o jornalista, amigo e meu xará Roberto Fontes. Do seu apartamento, Roberto e Abimael conversaram comigo, que estava na minha casa, em Brasília. Via Skype as ideias no ciberespaço e o resultado você pode conferir agora. O texto também está disponível no site http://www.zonasulnatal.blogspot.com

sábado, 24 de abril de 2010

Entrevista: Ricardo Menezes

DO ROCK E DA GUITARRA

AO CAMARÃO COM SOM DE VIOLÃO

José Ricardo de Castro Menezes nasceu em Natal, no ano de 1963. Viveu a infância no bairro de Lagoa Seca. Na época em que estudou na então Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte, fincou raízes na música e no esporte. Como jogador de basquete, entrou para a história da modalidade ao integrar importantes times que representaram o estado em competições nacionais. Na música, empunhou guitarra nas bandas “Cabeças Errantes” e “Cantocalismo”. Trocou o rock pesado pelo choro. A guitarra pelo violão. Ricardo é proprietário do Restaurante Veleiros, palco de muitas das conversas que viraram entrevista nas páginas do jornal Zona Sul (http://zonasulnatal.blogspot.com/) . Como não poderia deixar de ser, essa entrevista também foi gravada lá. Contou com a participação dos jornalistas Costa Júnior e Roberto Fontes, do advogado e meu irmão Ronaldo Siqueira e do amigo policial legislativo Carlos Cézar Soares. (robertohomem@gmail.com)