sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Entrevista: Nicolas Gomes


FOTÓGRAFO DO ROCK E GUITARRISTA DAS IMAGENS


Por trás da faceta de roqueiro e de um homem acostumado a coberturas jornalísticas e de eventos musicais, a imagem que Nicolas Gomes deixa transparecer é a de um cara discreto, tímido, econômico nas palavras e bom caráter. A rebeldia – que caracteriza o rock and roll – pode ser percebida nas tatuagens espalhadas pelo corpo, mas não no comportamento. Bem educado, o que ele demonstra mesmo sem reservas é o amor pelos filhos Lucas e Alice. Recebi Nicolas em minha casa para que ele contasse ao leitor do Zona Sul a sua história. Foi uma noite divertida regada a risadas, vinho e cerveja. Ele falou sobre rock, fotografia, Vasco da Gama e, sobretudo, contou sua vida. Vamos conferir um resumo da conversa. (robertohomem@gmail.com)

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Entrevista: Jonas Escurinho



O CINQUENTÃO ESCURINHO É 100 NO ZONA SUL!

O ano de 2012 tem sido especial para Jonas Epifânio dos Santos Neto. Além de completar seu quinquagésimo aniversário e de conquistar duas das principais premiações em um festival de música na terra onde nasceu – Serra Talhada – Jonas, o Escurinho, voltou a se apresentar na capital do país com a sua banda Labacé e iniciou um novo projeto que tende a render bons frutos: a ciranda de maluco. Para completar, esse paraibano nascido em Pernambuco foi o escolhido pelo Zona Sul para ser o centésimo entrevistado do jornal desde outubro de 2003. E ele se fez presente, junto com a Labacé (Alex Madureira, Igor Aires e Flávio Boy) e a sua esposa Ester Rolim. Para contrabalançar, também participaram da “festa” meus amigos Glauco Porto, sua companheira Maíra Pereira, a carioca papa-jerimum Inês Augusta e o repórter fotográfico Roque de Sá, que mostrou talento usando apenas um telefone celular Galaxy SIII, da Samsung (robertohomem@gmail.com).

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Entrevista: Lindolfo Sales


NAVEGANDO PELAS ESQUINAS DA MEMÓRIA



A lição do poeta – de que navegar é sempre preciso – foi um dos principais ensinamentos que Lindolfo Neto de Oliveira Sales absorveu da vida. E ele navegou, navegou e navegou. De Pernambuco para o Rio Grande do Norte, de lá para o Rio de Janeiro, Texas, Missouri... A vida estudantil e profissional foi o vento que impulsionou Lindolfo por tantos portos mundo afora. Atualmente ele veleja dividido entre as águas de Natal e Brasília. Foi sobre a vida que Lindolfo conversou com o ZONA SUL. Uma vida de mares revoltos - que ele soube contornar com perícia - e calmarias, às quais coube aproveitar. Todos os leitores estão convidados a navegar ao sabor das palavras desse engenheiro civil, que hoje auxilia na construção de melhores dias para a previdência social brasileira. (robertohomem@gmail.com)

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Entrevista: Max Fonseca

TEMPERO GAÚCHO EM SOLO POTIGUAR

 Segundo o próprio entrevistado, ele nunca tinha falado durante tanto tempo na vida. Foram necessárias quase 3 horas para o jornalista, empresário e “chef” Max Fonseca resumir a sua trajetória, iniciada no Rio Grande do Sul. Vivendo há muitos anos em terras potiguares, Max, atualmente - depois de ocupar funções e cargos importantes como a Secretaria de Comunicação Social do Governo do Estado, a editoria de Política do Diário de Natal e o comando do jornalismo das TVs Ponta Negra e Potengi, entre outras tarefas – toca o seu restaurante Galo do Alto, lá no Alto de Ponta Negra.  Eu e o jornalista, parceiro e amigo Roberto Fontes sabatinamos Max Fonseca em uma mesa do seu restaurante, saboreando pratos criados por Carlos Eduardo Varela Raulino, o Tuca, na época em que ele e Max eram sócios no restaurante Forvm Local. De comum acordo, essa entrevista é uma homenagem a Tuca, um gênio da gastronomia potiguar que morreu praticamente anônimo. Sorte dos poucos que puderam desfrutar do seu talento como criador de pratos e fomentador de amizades. (robertohomem@gmail.com)

sábado, 28 de julho de 2012

Entrevista: Ciro Pedroza

ENSINANDO OS CAMARADAS A LER


 Foi necessário juntar dois Robertos para entrevistar um Ciro. Mas é bom que se diga que esse Ciro era o Pedroza: o jornalista, publicitário, professor universitário, radialista, funcionário público, assessor de imprensa e sei lá mais o que. Eu e o meu xará Fontes – que recheia a carteira de cédulas como auditor fiscal, mas esbanja talento como jornalista – sabatinamos Ciro, o Pedroza, durante mais de duas horas na Bella Napoli, na Hermes da Fonseca.